Psicóloga e Psicanalista - CRP 14/05342-8
Atendimento online para adolescentes, adultos e idosos. Um espaço para falar, se escutar e traçar coordenadas para compreender e lidar com o sofrimento.
Agendar ConsultaSou psicóloga clínica (CRP 14/05342-8), formada pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), com formação complementar em psicanálise de orientação lacaniana pela Seção Leste-Oeste da Escola Brasileira de Psicanálise (EBP).
De 2014 a 2024, atuei na saúde pública pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, experiência que transformou minha visão política sobre o sofrimento psíquico, trazendo uma bagagem rica e diversificada em relação aos diversos tipos de acometimentos psicológicos.
Desde 2020, também atuo como voluntária na ONG Casa Satine, oferecendo acolhimento a pessoas LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade. Desde 2022, sou voluntária na Associação Divina Flor, voltada ao acolhimento de pacientes que fazem uso medicinal da cannabis. Neste mesmo ano, concluí o curso sobre o uso terapêutico da Cannabis Sativa L., promovido pela UNIFESP.
Com mais de 15 anos de experiência prática e teórica, e mantendo uma formação contínua, atualmente atendo adolescentes, adultos e idosos de forma online, o que permite que o atendimento ocorra a partir de qualquer localidade.
Geralmente, procuramos ajuda quando algo não vai bem. Costumo dizer que, para iniciar uma análise, é necessário que a pessoa tenha duas coisas: um incômodo — seja ele qual for — e a vontade (ou coragem) de falar sobre ele.
Muitas vezes, passamos por diversas estratégias antes de considerar a análise como opção. Isso porque falar sobre o sofrimento pode ser doloroso, como se desenterrássemos esqueletos que estavam guardados há muito tempo no armário.
Não existe uma "medida de gravidade" que determine o momento certo para procurar ajuda. O momento certo é quando a pessoa percebe que não quer mais usar as mesmas ferramentas de sempre para lidar com as situações, quer parar de repetir ciclos e decide buscar auxílio profissional.
Os motivos para iniciar um tratamento psicológico são variados. Pode ser uma perda difícil, um trauma, uma crise existencial ou até mesmo a sensação de estagnação — aquela impressão de que, por mais que tentemos, caímos sempre nos mesmos padrões. Às vezes, sequer conseguimos identificar de onde vem a angústia.
Em todos os casos, a psicanálise oferece a possibilidade de falar — e, tão importante quanto, de se escutar — traçando coordenadas para compreender e lidar com o sofrimento.
Diferente do que muitos pensam, a psicanálise não está ultrapassada, nem é alheia aos novos tempos. A clínica analítica é viva e acompanha as transformações do sofrimento humano, que hoje se expressa de formas distintas da época de Freud.
"Jacques Lacan advertia que o psicanalista precisa compreender os fatores simbólicos e culturais de sua época. Um analista que não entende a subjetividade de seu tempo não pode escutar verdadeiramente seu paciente."
Vivemos em uma sociedade onde a depressão se tornou endêmica. Nas grandes cidades, o ritmo acelerado nos mantém em constante estado de alerta, gerando ansiedade e insônia. Paralelamente, somos bombardeados por discursos nas redes sociais que vendem a ideia de felicidade imediata, associada ao consumo, à estética e à produtividade, como se sofrer fosse algo "fora de moda".
A lógica contemporânea dos imperativos (da beleza, da performance, do consumo, etc.) em nada ajuda o sujeito em sua busca por uma vida mais satisfatória. A promessa de felicidade plena é ilusória, e quanto mais se investe nela, maior tende a ser a frustração e o sentimento de impotência.
Acredito que a psicanálise oferece uma escuta singular que dá lugar às angústias do sujeito contemporâneo, apontando caminhos possíveis — embora sem fórmulas mágicas. Afinal, não existe vida sem desencontros.
A psicanálise é indicada para qualquer pessoa. Não é necessário estar em crise para iniciar um processo analítico. A análise pode ser o começo de uma travessia e não apenas um último recurso.
A psicanálise busca compreender as causas mais profundas do sofrimento, oferecendo ao paciente recursos singulares para lidar com suas emoções e com a complexidade de sua história.
No primeiro contato, priorizo criar um ambiente de escuta e acolhimento. Essa escuta inicial é fundamental para conhecer o paciente e, junto com ele, começar a identificar as questões que o levaram a buscar tratamento.
As sessões duram, em média, 50 minutos, mas esse tempo pode variar. O manejo do tempo é um recurso importante na clínica psicanalítica e pode ser utilizado, por exemplo, para marcar uma fala significativa, incentivar uma reflexão ou implicar o paciente no que foi dito.
Convênios: Não atendo por convênios de saúde, mas alguns planos oferecem reembolso para sessões de psicoterapia. Entre em contato com seu plano para verificar essa possibilidade.
Internet: É importante ter uma conexão de internet estável para garantir a qualidade do atendimento.
Ética: A ética e o sigilo profissional são pilares fundamentais do trabalho clínico e são rigorosamente respeitados em todos os encontros.
Para agendar uma consulta ou tirar dúvidas sobre o atendimento, entre em contato pelo WhatsApp. Responderei o mais breve possível.
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