Dra. Carolina Fredo

Com 14 anos de experiência clínica e social, sou psicóloga e psicanalista dedicada ao atendimento online. Minha prática integra o rigor teórico ao acolhimento inclusivo, com atuação destacada em saúde pública, questões LGBTQIAPN+ e suporte a pacientes em uso medicinal de cannabis.

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Sobre mim

Sou psicóloga clínica (CRP 14/05342-8), formada pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), com formação complementar em psicanálise de orientação lacaniana pela Seção Leste-Oeste da Escola Brasileira de Psicanálise (EBP).

Minha Trajetória Profissional

Escolhi a faculdade de Psicologia por causa do meu interesse pela psicanálise, que despertou quando comecei a fazer terapia no fim da adolescência. Essa experiência foi um divisor de águas na minha vida, levantando muitas questões e despertando uma profunda 

De 2014 a 2024, atuei na saúde pública pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, experiência que transformou minha visão política sobre o sofrimento psíquico, trazendo uma bagagem rica e diversificada em relação aos diversos tipos de acometimentos psicológicos.

Desde 2020, também atuo como voluntária na ONG Casa Satine, oferecendo acolhimento a pessoas LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade. Desde 2022, sou voluntária na Associação Divina Flor, voltada ao acolhimento de pacientes que fazem uso medicinal da cannabis. Neste mesmo ano, concluí o curso sobre o uso terapêutico da Cannabis Sativa L., promovido pela UNIFESP.

Com mais de 14 anos de experiência prática e teórica, e mantendo uma formação contínua, atualmente atendo adolescentes, adultos e idosos de forma online, o que permite que o atendimento ocorra a partir de qualquer localidade.

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Quando devo buscar ajuda?

Geralmente, procuramos ajuda quando algo não vai bem. Costumo dizer que, para iniciar uma análise, é necessário que a pessoa tenha duas coisas: um incômodo — seja ele qual for — e a vontade (ou coragem) de falar sobre ele.

Muitas vezes, passamos por diversas estratégias antes de considerar a análise como opção. Isso porque falar sobre o sofrimento pode ser doloroso, como se desenterrássemos esqueletos que estavam guardados há muito tempo no armário.

A ideia de que “ir ao psicólogo é coisa de maluco” já foi superada. Avançamos no entendimento de que a saúde mental é tão essencial quanto a saúde física. Podemos iniciar uma análise em qualquer fase da vida, dependendo das dificuldades que enfrentamos ou dos recursos que temos (ou não temos) para lidar com elas.

Não existe uma “medida de gravidade” que determine o momento certo para procurar ajuda. O momento certo é quando a pessoa percebe que não quer mais usar as mesmas ferramentas de sempre para lidar com as situações, quer parar de repetir ciclos e decide buscar auxílio profissional.

Os motivos para iniciar um tratamento psicológico são variados. Pode ser uma perda difícil, um trauma, uma crise existencial ou até mesmo a sensação de estagnação — aquela impressão de que, por mais que tentemos, caímos sempre nos mesmos padrões. Às vezes, sequer conseguimos identificar de onde vem a angústia.

Em todos os casos, a psicanálise oferece a possibilidade de falar — e, tão importante quanto, de se escutar — traçando coordenadas para compreender e lidar com o sofrimento.

Para quem é indicada?

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O Momento da Busca

A psicanálise é indicada para qualquer pessoa. Não é necessário estar em crise para iniciar um processo analítico; ele pode ser o começo de uma travessia e não apenas um último recurso. Apesar disso, é comum que o desejo de buscar ajuda surja diante de um sofrimento ou de uma dificuldade específica, momento em que uma escuta qualificada se torna fundamental.

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Os Quadros Clínicos

São muitos os quadros que podem se beneficiar de um processo analítico. A lista inclui depressão, ansiedade, luto, experiências traumáticas, conflitos nos relacionamentos (familiares, amorosos ou profissionais), baixa autoestima, insegurança, estresse e burnout, além de crises de pânico, fobias, bipolaridade, autismo, TDAH, insônia e angústia.

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O Objetivo do Tratamento

Independentemente do diagnóstico, a psicanálise busca compreender as causas mais profundas desse sofrimento. O objetivo é oferecer ao paciente recursos singulares para que ele possa lidar com suas emoções e com a complexidade de sua história, encontrando novas formas de se posicionar diante da vida.

Por que a psicanálise?

Diferente do que muitos pensam, a psicanálise não está ultrapassada, nem é alheia aos novos tempos. A clínica analítica é viva e acompanha as transformações do sofrimento humano, que hoje se expressa de formas distintas da época de Freud.

Jacques Lacan, no texto Função e Campo da Fala e da Linguagem em Psicanálise, advertia que o psicanalista precisa compreender os fatores simbólicos e culturais de sua época. Um analista que não entende a subjetividade de seu tempo não pode escutar verdadeiramente seu paciente. Para Lacan, é essencial que o analista reconheça como a sociedade está estruturada e os conflitos que se manifestam nas formas contemporâneas de comunicação.

Vivemos em uma sociedade onde a depressão se tornou endêmica. Nas grandes cidades, o ritmo acelerado nos mantém em constante estado de alerta, gerando ansiedade e insônia. Paralelamente, somos bombardeados por discursos nas redes sociais que vendem a ideia de felicidade imediata, associada ao consumo, à estética e à produtividade, como se sofrer fosse algo “fora de moda”.

A lógica contemporânea dos imperativos (da beleza, da performance, do consumo, etc.) em nada ajuda o sujeito em sua busca por uma vida mais satisfatória. A promessa de felicidade plena é ilusória, e quanto mais se investe nela, maior tende a ser a frustração e o sentimento de impotência.

Acredito que a psicanálise oferece uma escuta singular que dá lugar às angústias do sujeito contemporâneo, apontando caminhos possíveis — embora sem fórmulas mágicas. Afinal, não existe vida sem desencontros.

O que os pacientes dizem

Eu sentia que estava sempre repetindo os mesmos ciclos e caindo nos mesmos erros, sem entender o porquê. A Dra. Carolina não me ofereceu fórmulas mágicas, mas sim uma escuta atenta que me fez ‘me escutar’ de verdade. O processo de análise me ajudou a sair daquela sensação de estagnação e a lidar com a minha ansiedade de uma forma muito mais madura.

M.S., 34 anos

Tinha muito receio de procurar terapia e me sentir julgado, mas encontrei na Carolina um espaço de acolhimento genuíno. Foi fundamental ter uma profissional com visão política e humana, onde pude falar abertamente sobre minha identidade e meu tratamento com cannabis medicinal sem medo. Me senti respeitado em toda a minha complexidade.

L.G., 28 anos

Tinha dúvidas se a análise online teria a mesma profundidade do presencial, mas a experiência de 14 anos da Dra. Carolina faz toda a diferença. A condução é impecável e o ambiente virtual não atrapalhou em nada a conexão. É um trabalho sério, ético e que tem sido um divisor de águas na minha vida pessoal e profissional.

R.A., 42 anos
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